O Julho Amarelo é o mês de combate e prevenção às Hepatites Virais. Com isso, a Prefeitura de Uruguaiana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), informa como a população pode ter acesso aos testes rápido, de forma gratuita, dentro da rede de atendimento do SUS (Sistema Único de Saúde).
Os itens estão disponíveis no Serviço de Atendimento Especializado (SAE Uruguaiana), localizado no Posto Central – esquina da Avenida Presidente Vargas com a Rua General Câmara. Além disso, a comunidade pode ter acesso aos testes nas diversas Estratégias Saúde da Família (ESF’s) espalhadas pela cidade. No Posto Central, o atendimento é de segunda a sexta-feira das 8h às 11h30 e das 13h30 às 17h30. Já nos postos de saúde, de segunda a sexta-feira conforme o horário de cada unidade.
Programação
A Prefeitura divulgou na última segunda-feira (13/7), as ações que vão integrar a campanha Julho Amarelo, alusiva à prevenção e combate das Hepatites Virais. A programação foi iniciada nesta quarta-feira (15/7) e ocorre até o final do mês. O trabalho é coordenado pelo Serviço de Assistência Especializada (SAE) e Assistência Farmacêutica.
As iniciativas começaram nesta quarta-feira com uma campanha de testagem na Penitenciária de Uruguaiana. No dia 25 de julho, a equipe vai estar presente com a oferta de testes no Saúde no Bairro, que acontece das 8h às 13h na Estratégia Saúde da Família 14, no bairro Tabajara Brites. Entre 27 e 31 de julho, durante a Semana de Conscientização e Testagem das Hepatites Virais, vão ser ofertadas orientações e ampla testagem em todas os postos de saúde.
Além disso, no dia 28 de julho – Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais – haverá a publicação do Boletim Epidemiológico Municipal de Hepatites Virais.
A Secretaria de Saúde ratifica que a conscientização sobre o tema é fundamental. A prevenção e a proteção estão estritamente aliadas à testagem e à vacinação. Procure a unidade de saúde mais próxima e reforce o cuidado com a sua saúde.
Tratamento
O tratamento e os medicamentos para as hepatites estão disponíveis de forma gratuita no SUS. Na rede privada, o custo pode ser de até R$ 400 mil.
Autor: Thiago Valença - Secom/PMU